Cooperativa de Musicas, e das Artes

Este blog pretende iniciar a discussão online sobre o projecto de uma cooperativa que una os musicos e os artistas da zona de Almeirim/Santarém. Pretende-se por agora juntar ideias e energias. Deixem as vossas...

Domingo, Janeiro 22, 2006

e juntámo-nos pela primeira vez



A PROPÓSITO DE UM ENCONTRO

Desta vez fomos 30 e não me parece nada mal.
Marcámos uma nova data, para o mesmo sítio(Van Gogh), que será no dia 5 de Fevereiro às 16:00 horas. A ver se na próxima somos 60, ou 120, ou 240, ou 480...

Ficaram algumas questões no ar:

- Agenciamento de bandas, actividades;
- Aproximar os artistas das mais diversas áreas;
- Gerar/gerir fundos para fazer actividades e ganhar autonomia;
- Financiamento através de quotas de sócios;
- Procurar compreender a melhor forma para o Projecto;
- Fez-se uma mailing list.


É fundamental desenvolver a discussão no Blog, dar ideias, falar das outras artes. começámos pela música mas o lugar é de todos. Vamos tentar fazer o nosso lugar único.

18 Comments:

At 12:37 AM, Anonymous Ana Filipe said...

Bem, eu ainda preciso de me informar melhor sobre este conceito de Cooperativa.Qual será o primeiro a dar?! Não seria melhor, numa primeira fase, organizar diversas actividades culturais, na tentativa de angariar os tão necessários meios para que a Cooperativa possa arrancar?!Eu ainda estou um pouco perdida no meio disto tudo, porque p além de não estar bem informada de como é que estas coisas funcionam do ponto de vista legal, tb não sei até que ponto é preciso investir financeiramente falando.Resta-me realizar um pouco de pesquisa e esperar que vocês aí desse lado,tb contribuam com ideias e opiniões/explicações acerca de tudo isto. Até uma próxima...

 
At 2:48 AM, Anonymous aCoLdZeRo said...

confesso que de certa forma partilho da mesma opinião! Acho que ainda há muita falta de informação acerca da legalidade das coisas, e no fundo, sobre "com o que é que nos estamos a comprometer".E é importante que isso fique bem esclarecido para evitar possiveis desistencias. Acho que era desagradável ver pessoas a desistir de uma oportunidade como esta por equivocos ou falta de informação. E é importante como é obvio uma pessoa estar consciente de "o que, o quê, quanto, como, quando, onde" arriscar.
Parece-me também importante deixar arrefecer esta primeira "ânsia" de querer fazer já tudo, caracteristica do primeiro impacto. É preciso pensar as coisas bem antes de tomar atitudes que podem ser precipitadas e deitar tudo a perder e originar eventuais desilusões.
Entrando num ponto de vista mais concreto, acho que um ou outro evento bem pensados para dar arranque, alguma motivação e uns primeiros "trocos" seria um bom passo a tomar. Tenho também algumas duvidas em questões de "espaço". No que diz respeito à musica, há algum apoio por parte de alguns bares, o que facilita a coisa de alguma forma, mas e nas outras àreas? Como a Performance e a Instalação? Ou até mesmo a Pintura, a Fotografia ou o Vídeo? Ideias não faltam, e pessoas com vontade de se agarrar a elas e as tornar possiveis, mas o espaço é algo que me coloca algumas reticencias.. acho que deve ser uma questão a explorar. Para já é só, mas duvidas não faltarão por aí. Até Breve.

 
At 11:08 AM, Anonymous FlipBnit said...

bom dia.

em relação as questões legais, basta fazer uma pesquisa pela legislação em vigor e deixar um pouco de lado os "conselhos" (falo por experiencia propria), após o registo tem que ser feitos os estatutos internos, assembleias, votações, presidentes... essas chatisses todas, mas é uma inevitabilidade.

todo este processo é realmente desmotivante, por isso é melhor nao esquecer o que realmente importa para arrancar com as coisas, as ideias.

afinal é isso que realmente importa.

 
At 8:53 PM, Anonymous jlvsimoes said...

Vou poder ajudar a exclarecer algumas duvidas dentro de dias espero que no proximo encontro possa ser mais util tenho em meu poder os estatudos de uma organizaçao similar e podemos usar aquilo como uma guia para a constituiçao dos nossos .
Em relaçao aos orgaos que compoem a associaçao este texto serviu
para entender alguma coisa http://abrilemmaio.no.sapo.pt/Textos-EZ-SS.htm

 
At 11:38 PM, Anonymous João Castelo said...

Vivas, Gostei da reunião e das ideias expostas, acho que ainda falta organização no proprio seio da cooperativa em termos de sócios. É de mt importancia saber com quantos poderemos EM Concreto contar, outra coisa, para juntarmos esforços é preciso comunicaçao, saber quem são as pessoas na área da musica, quem está na area do design, idem. Era bom ( isto na minha prespectiva ) haver uma base de dados relativamente aos associados, pois eu de todos os 31 q lá estavam apenas conhecia 2 ou 3, e tb acho que facilitava a indicação de pessoal da associação ( os associados ). Não sei , e tb porque nao perguntei, se a cooperativa será aberta até que partes do país? Bem são algumas ideias e duvidas, das demais que ainda virão de todos vc's.Intés ...

 
At 12:35 AM, Anonymous jlvsimoes said...

Em concreto so podemos contar connosco
mas se como belas formigas trabalhar mos em conjunto para um todo la construimos algo , falta de informaçao é um facto mas que se resolve creio que existe gente no meio desta cooperativa / associaçao " enbrionaria " que tem algum tipo de background nestas andanças que podera ajudar quanto muito a tirar duvidas e em relaçao a area geografica ... bem pq nao o mundo :O

 
At 2:44 AM, Blogger João Manso said...

Apesar de a ter lido mto na diagonal, a página da abril em maio pode-nos esclarecer algumas dúvidas.

Sugiro também que se dê uma vista de olhos naquilo que em primeiro lugar é preciso definir - mesmo antes de se começar com iniciativas e actividades (que nem tesão de mijo) -, que é: o que queremos ser, onde nos queremos posicionar e a quem queremos chegar, em suma, quais são os nossos objectivos. E um exemplo dessa definição de objectivos pode ser encontrada na página da granular que é uma associação que promove a música experimental. http://www.granular.fm/_/info.php

Enquanto isso não se define taxativamente, e definir neste caso passa por passar as ideias da nossa cabeça para o papel - o rui será se calhar a pessoa indicada para fazer um primeiro esboço e a correcção ou ajuste estará a cargo de quem entender fazê-la -, será prematuro avançar já com iniciativas.

Porque a definição de objectivos é fundamental para se saber se a ideia para já embrionária da cooperativa da música tem pernas para andar. E penso que é algo que se deve fazer e discutir em conjunto antes de 5 de fevereiro.

Propunha então ao Rui que fizesse um primeiro esboço e o fizesse circular pela mailing list e/ou o colocasse aqui no blogue. E propunha também que até dia 5 cada um o fosse rectificando para chegarmos ao dia com uma primeira definição de objectivos definitiva.

Outro aspecto que acho fundamental é reunir mais pessoas (480 parece-me um bom número...). E a mobilização faz-se através da propaganda. Há que explicar ao maior números de pessoas o que pretende ser a cooperativa e em que moldes pretende funcionar. Os objectivos têm que ser grandes porque já estamos todos fartos de pensar as coisas em tamanho pequeno.

Não quero com isto dizer que temos que pensar todos da mesma maneira, mas temos que, isso sim, chegar a uma plataforma de entendimento em que estejamos todos de acordo e em que possamos beneficiar colectivamente da existência e do funcionamento da cooperativa.

Que se continue a discussão.

 
At 11:08 AM, Anonymous Rui Galveias said...

É, parece-me que começou a discussão...
E há já algumas pessoas além do joão à procura da melhor forma legal.
Para os que não conhecem toda a gente, existem pessoas que já fizeram coisas entre os que participaram nesta primeira conversa e essas experiências chegam-me.
A mim parece-me que avançar primeiro para a criação da Cooperativa/Associação, o que for entendido como o melhor, pode ser o melhor caminho. Mas, como é óbvio, se acharem que fazer um conjunto de actividades antes pode ser importante para aproximar mais pessoas da ideia base, participo dessa forma sem hesitar.

 
At 5:20 PM, Anonymous diogo said...

Em concordancia com os posts, e resumindo esta pequena fase, temos que pensar em:
- Esclarecimento legal
- AS IDEIAS...AS Ideias
- Missão e objectivos para a coop
- Iniciativas para criar um fundo de maneio para o arranque da coop

 
At 11:29 PM, Blogger Patrícia said...

era uma vez um conceito parecido com este, nascido e criado em almeirim com algumas pessoas em comum a este novo projecto. realizaram-se de facto algumas iniciativas, até, devo dizer com algum sucesso, mas sempre com a pequenez do desenrasca. é que na realidade para nos levarem a sério e realizar-se eventos dignos das nossas grandes e criativas capacidades, temos que entender efectivamente que na base de qualquer organização colectiva está uma organização que tem de funcionar, senão quem dá a cara por ela passa a vida a solucionar as trapalhices daqueles que não respeitam o colectivo. no meio de tantos egos o mais dificil de gerir é o colectivo. todos se acham os únicos e vão actuar em prole de sua beneficiência e não do colectivo. isto não é um conselho é sim a realidade dos factos. e é indignante não pegarem numa estrutura já existente exactamente por esse egocentrismo.

 
At 5:41 PM, Anonymous Diogo Russo said...

Cito:
"Mas, como é óbvio, se acharem que fazer um conjunto de actividades antes pode ser importante para aproximar mais pessoas da ideia base, participo dessa forma sem hesitar."


Após definirmos objectivos acho que seria essencial. Seria o derradeiro teste.
Sugeriria que acontecesse em versão Beta, ou seja antes de qualquer formalização.


No que diz respeito à zona de actuação da cooperativa/associação - com a ideia do agenciamento artístico e realização de actividades - pensaria em função do raio de km, e não em concelho, distrito ou província.

 
At 6:19 PM, Anonymous Zé Nuno said...

Acho que uma das coisas que muita gente falou quando nos encontrámos foi fazer um conjunto inicial de actividades para promover a ideia da cooperativa. Eu até tinha pensado que seria melhor formalizar a coisa primeiro, mas agora já duvido q essa seja mm a melhor opção. Porque não fazer alguma coisa durante um fim de semana (sexta, sábado e domingo), em vários sitios de almeirim e com estilos variados. Poderíamos falar com o pessoal do van gogh, copo com texto e cocheira e fazer 3 concertos, um em cada dia, com bandas de géneros diferentes, um dia mais exprimental, um dia mais jazz outro mais rock. É uma iniciativa com a qual os donos dos bares só têm a ganhar, por isso são capazes de aderir. O pessoal das restantes artes q não música poderia fazer algum tipo de instalação ou assim nos lugares dos concertos, mas pronto disso não percebo muito (ou nada mesmo :P). Durante estes 3 dias, o objectivo principal seria divulgar a ideia da coop, e talvez pedir às pessoas que estivessem interessadas em ver mais iniciativas do género da que estão a assistir, que deixassem o nome e o contacto, e que estivessem numa próxima reunião. Se calhar assim poderíamos ter uma ideia mais precisa de quantos associados ou sócios ou cooperadores ou o que lhe quiserem chamar conseguiríamos juntar na primeira fase da coop.

Outra coisa, se calhar o formato ideal para esta página não é tanto um blog, mas mais um fórum. Se calhar podíamos registar um nalgum sitio não?

 
At 7:15 PM, Anonymous Rui Galveias said...

A propóstio da opinião da Pati

Pois, mas a ideia base começa por ter a ver com música e músicos, excluidos constantemente das "culturas" e sucessivamente anexados à amorfa condição de simples "jovens" que fazem "uns barulhos".
Quando introduzi esta ideia da cooperativa a minha intenção foi, claramente, fazer uma "empresa" capaz de gerar capacidade financeira para promover os músicos e as bandas e criar, logo à partida, autonomia para sobreviver à tentativa de aproveitamento politico a que estas coisas são sujeitas.
A ideia inicial para mim é promover o trabalho que se faz por aqui, as pessoas que o fazem e colocar tudo isso no Mapa. Se alguns dos que intervenham no projecto chegarem à profissionalização ou ao reconhecimneto público é sinal que o conceito resulta.
Esta ideia mais abrangente de abarcar outras áreas surgiu depois, na discussão, que está aberta e apenas começada. Não me causa qualquer transtorno recuperar parte do conceito e até o próprio nome do Paralelo 39. Aliás acho que a tua participação, assim como a de todos os que estiveram nesse projecto pode ser muito relevante.
Mas, para mim, só faz sentido começar isto num formato "impermeável", provavelmente esta opinião é fruto do que eu observei na vossa experiência anterior e que comprovou o que eu já pensava na altura.
Neste momento a questão fundamental para mim passa por criar condições para uma discussão profunda e ao mesmo uma base sustentada (a maior possível) nas pessoas que queiram aderir sem que isso implique sequer um compromisso que vá para além da associação.
Assim, este projecto (e isto continua a ser apenas uma opinião minha) é provavelmente um pouco "elitista" e tem fundamentalmente a ver com os problemas de afirmação e espaço para os criadores (musicos, performers, artistas plasticos) da nossa zona que são muitos e têm uma tremenda dificuldade em ser "vistos". A ideia é que se fizermos uma montanha de pessoas e gritarmos todos ao mesmo tempo, acabam por dar por nós.
Sobre o Paralelo 39 eu tinha uma opinião completamente diferente e senti que deveria ser muito mais virado para uma intervenção crítica, para um universo local e com um espirito abnegado.
Assumo que a minha ideia para a Cooperativa não procura disfarçar a intenção de Promover os que nela participarem, pelo contrário.
Atende a uma coisa, sempre achei que o teu papel no Paralelo 39 era sincero e abnegado, não acho o mesmo de todos os que estavam no projecto.
O projecto que procuro que comece não tem a ver com a intervenção artística, tem a ver com as condições dos artistas paa fazer as suas intervenções.

 
At 7:21 PM, Blogger rui said...

Sobre a ideia de experimentar fazer coisas antes:
Penso que isso depende do conceito que for definido. Sobre experiência, existem pessoas com algum "curriculum" que podem partilhar isso de modo a que cada um possa perceber o seu papel especialmente pessoas que fizeram coisas parecidas com as sugeridas acima (PARALELO 39). Mas estou cá para aceitar com prazer as opçoes que se fizerem e participar com todo o empenho.

 
At 1:33 PM, Anonymous aCoLdZeRo said...

de tudo o k fui lendo, parece-me pertinente:
pensar no fim de semana com "eventos". uma proposta tentadora e arrojada, que bem organizada pode vir a dar muitos frutos, especialmente a nivel monetarios, o que me parece de todo bom para o arranque "da coisa", e a nivel "profissional", chamemos-lhe assim, ou seja, funcionaria como um teste para "a coisa". Parece-me também pertinente a ideia de cada um começar a preparar um possivel curriculo ou portfolio. Seria muito mais fácil gerir os eventos e encontrar com mais rapidez e precisão os elementos necessarios para cada evento.
Quanto aos termos legais "da coisa", não me sinto de todo por dentro do assunto, mas parece-me que deve ser algo a ir sendo discutido até à proxima reunião, no sentido de perceber com mais clareza como é que as coisas podem vir a funcionar, perceber de que forma pode ser criada, de que forma pode vir a ser gerida, no fundo perceber todo este universo de espéculações e a pouco e pouco ir definido "a coisa", isto para que na próxima reunião se possa falar mais enconcreto e menos em "alusões", "suposições", etc.
De resto, quero apenas acrescentar, que no seguimento da ideia de criar "quase uma base de dados" dos elementos associados para o tal gerenciamento das actividades ou eventos, quero dizer que, apesar de já ter sido há muito tempo, ainda me lembro quando os donos ou lá quem quer que fosse que estava por detras disso, da Q.B., se dedicavam a fazer semanas temáticas. Na altura, semanas temáticas para els era simplesmente mudar a decoração da casa, o que me parece de todo "farsolas", mas que pode ser uma ideia a ir fomentando, no sentido de gerir as várias àreas que este projecto pretende abranger e dar oportunidades às várias àreas e pessoas envolvidas. Assim, ainda me parece fazer mais sentido a ideia dos curriculos e portfolios. que me lembre, assim de repente, parece-me que é só!

 
At 2:49 PM, Anonymous -X- said...

Se me permitem... uma questão prática:

Em termos formais, a opção entre cooperativa e associação merece alguma atenção. Optar pela constituição de uma associação poderá ser, penso eu, contabilisticamente mais fácil de gerir com a vantagem de, ao contrário da cooperativa, não necessitar de capital inicial (se não estou enganado, uma cooperativa implica um capital inicial mínimo de 2500 euros, o que pode constituir um entrave). Uma associação também poderá ter vantagens em termos de apoios institucionais e alguma facilidade no acesso a determinados espaços.

Depois da questão prática... uma inquietação:

Espero que uma futura associação sirva não só o propósito da divulgação mas também o da dinamização. E este último, espero que o faça de uma forma mais abrangente do que propriamente o universo da associação e dos seus associados.

Espero que uma futura associação sirva para divulgar fora de Almeirim os projectos locais e que traga a Almeirim projectos de outras paragens, para que todos possam beneficiar dessa troca.

Espero que uma futura associação não exista de e para Almeirim. A criação é limitada e o público também. Os projectos que aqui existem só sobrevivem se saírem daqui. É importante que lhes sejam dadas condições para cimentar ideias e isso pode e deve ser feito aqui... mas depois há que dar o salto. E não é entre o Van Gogh e o Copo Com Texto que isso vai acontecer (com todo o respeito que os referidos espaços merecem).

Espero que uma futura associação seja sinónimo de uma maior abertura... a todos os níveis.

 
At 5:47 PM, Anonymous sandes-de-coirato said...

Em primeiro lugar, apraz-me saber que esta comunhão de esforços está a tomar contornos mais sérios. Independentemente do sucesso ou não da possível associação, a criação deste espaço já é uma vitória. Já fazia falta um ponto de encontro de ideias... ainda que virtual.

Não sendo um “criador”, venho aqui como público para que não se esqueçam de que o público é um elo importante do processo de criação artística. Digo isto porque ainda só vi aqui preocupações com a criação e a forma de criar sinergias entre os vários criadores.

Convém não esquecer que em Almeirim não há público. O que existe são amigos, primos e conhecidos. E está provado, por outras coisas que se fizeram, que o crescimento da oferta nem sempre tem como consequência directa o crescimento da procura. E parece-me que ninguém está interessado em continuar a trabalhar sempre para os mesmos. Até porque os amigos são mesmo isso. Demasiado amigos para validar criticamente o trabalho que se faz.

Eu acho importante que a associação faça um trabalho sério no sentido de ir buscar outros públicos. E isto não passa apenas por divulgar o trabalho da associação. Passará também por repensar os contornos da própria criação artística. Não quero dizer com isto que se tenha que cair no popularucho. Existirão certamente outras formas de lá chegar...

 
At 10:35 PM, Blogger Patrícia said...

a propósito do último post e depois de alguma reflexão, deixo aqui o blog do p39-grupo cultural. para que estes movimentos ciclicos possam ter alguma continuidade e que essa energia não se perca com os tempos. dêem uma olhada no blog-estatutos e proposta de regulamento interno, estarei lá no domingo. hasta http://p39.blogspot.com

 

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